Profundidade de Uso
Mede o quanto a IA está embarcada nos processos de trabalho — de uso pontual de ferramentas (ChatGPT como tira-dúvidas) a workflows onde a IA é uma etapa nativa (agentes que orquestram fluxos end-to-end).
O diagnóstico Fronteira avalia maturidade em IA combinando 6 dimensões (como você está fazendo) com 10 áreas funcionais (onde você está fazendo). Esta página define cada uma.
Eixos transversais aplicados a cada área avaliada.
Mede o quanto a IA está embarcada nos processos de trabalho — de uso pontual de ferramentas (ChatGPT como tira-dúvidas) a workflows onde a IA é uma etapa nativa (agentes que orquestram fluxos end-to-end).
Avalia o quão bem as ferramentas de IA se conectam ao stack existente — CRM, ERP, data warehouse, sistemas internos. Sem integração, IA fica como ilha: gera valor pontual mas não escala.
Mede se a IA tem acesso aos dados certos para ser útil — histórico, contexto, sinais em tempo real e qualidade da base. Não basta ter modelo bom: se o contexto é ruim, a saída é ruim.
Avalia com que rigor a organização mede o impacto real da IA — ROI, atribuição, KPIs operacionais conectados a IA. A maioria das empresas roda piloto sem instrumentar resultado.
Mede quão preparada está a força de trabalho para colaborar com IA — capacitação, novos papéis (prompt engineer, AI ops), redesenho de função, cultura de uso. O gargalo mais comum não é a tecnologia, é gente.
Avalia políticas, guardrails e gestão de riscos em torno do uso de IA — divulgação, monitoramento, escalada, compliance, LGPD, AI Act. Em setores regulados, governança define o que você pode liberar.
Recortes de função onde você pode rodar o diagnóstico. Cada área é avaliada nas 6 dimensões.
Aquisição, branding, gestão de campanhas, CRM marketing, personalização e análise de funil.
Pipeline comercial, prospecção, qualificação, fechamento, gestão de oportunidades e forecast.
Descoberta de necessidades, design, roadmap, gestão de ciclo de vida e métricas de adoção.
Desenvolvimento de software, infraestrutura, DevOps, qualidade, observabilidade e velocidade de entrega.
Supply chain, processos operacionais, eficiência, automação de back-office e gestão de capacidade.
Planejamento financeiro, FP&A, controladoria, tesouraria, fechamento contábil e análise de cenários.
Atendimento ao cliente, customer success, retenção, NPS, deflection e gestão de chamados.
People analytics, recrutamento, desenvolvimento, performance, engajamento e cultura organizacional.
Contratos, compliance, gestão de riscos, regulatório, propriedade intelectual e suporte a litígios.
Infraestrutura, segurança da informação, helpdesk interno, gestão de sistemas e arquitetura corporativa.
O diagnóstico online roda em 15 minutos por área e devolve um mapa de gaps comparado com benchmark de 1.200 empresas reais.
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